Antônio Carvalho Neto
De Poesia ninguém morre... se vive!
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Textos


 
O Amor, o Trigo e a Estrela Cadente


Nós somos tão iguais,
Quanto somos tão diferentes,
Às vezes, um pouco mais,
Mas, nem sempre... nem sempre.

Sou como o fogo do sol ardente,
És o luar da lua crescente...
O amor nos atrai tão fugazmente,
No brilho-olhar da estrela cadente.

E, somos pães do mesmo trigo,
Que se moldaram noutras fornadas,
Juntos, se fazem abrigo,
Separados, não dizem nada.

Assim, fugir não é o dilema,
Mágoa... se torna problema,
A vida é finita e tão pequena,
Amar, amar... é o que vale a pena.


 
 POST SCRIPTUM
 

Esta poesia é daquelas que escrevi, quando estudante universitário, ao sair para os barzinhos com colegas de curso, discutindo política estudantil ou jogando conversa "fora".
 
Fazia uns versinhos em lencinhos de papel. Alguns ficavam nos bolsos e se perdiam com a lavagem de roupas. Outros, terminavam dormitando nas gavetas da vida. Desses, consegui resgatar alguns poucos.

São poemas ingênuos, de estrutura muito simples, construídos numa linguagem lírica e repleta de metáforas... próprios de adolescente sonhador, acreditando que o mundo conspira a favor. 

 
Antônio Carvalho Neto
Enviado por Antônio Carvalho Neto em 14/01/2018
Alterado em 07/05/2018
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